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O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

Os nossos escritores.

Cristina Ribeiro, 18.02.14
Em tarde de chuva, e olhando os montes quase cobertos por densa neblina, volto, como faço amiúde, ao Diário Quase Completo de João Bigotte Chorão: sei que nele vou encontrar o aconchego que me pede o espírito em dia de tão inclemente clima. Tom confessional, que só fica bem em escritores que possuem o dom, mas também a sabedoria, de o verter em boa literatura.
E, posto que é muito curta a minha incursão por literaturas estrangeiras, penso, cotejando o que numa e noutras me foi dado ler, que é na literatura pátria, mormente na que se fez até ao fim da primeira metade do século findo, com poucas excepções, onde encontro mais e melhores motivos de deleite. Concluo, logo de seguida, que a acalentada Alma Portuguesa não tem como único intérprete o Fado. Os nossos escritores não deixaram que isso acontecesse.
Há muito tempo ouvi a alguém que tinha encontrado, na essência, certa similitude na literatura que se fazia no país dos czares. Lembro de que por então ainda nada dela conhecia, mas quando comecei a ler os livros do autor de Crime e Castigo, não me pesou nada concordar

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