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O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

<< A Beleza e a Riqueza do Falar do Povo >>

Cristina Ribeiro, 02.07.14


" Nas aldeias do norte d'esta nossa terra pittoresca de linguagem, algumas vezes perguntava eu quantos anos tinha tal velhinho, e não entendia esta resposta: « já passa de dous carros ». Vim depois a saber que lá se contam os anos a quarenta por cada carro, por analogia com o carro de pão de quarenta alqueires. "
Camilo Castello Branco, « Novellas do Minho »

Ainda hoje é assim; pude comprová-lo há tempos, quando à minha pergunta o António respondeu: faço um carro. Teve de me explicar por miúdos o que era isso de " fazer um carro "

2 comentários

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    Cristina Ribeiro 02.07.2014


    É que nem conheço nenhuma das duas, Duarte. Vou tentar, mas se nem o Duarte as encontrou... Que interessante seria esse estudo que refere!
    Cá na aldeia, a cada passo se ouve suculentas expressões, normalmente ouvidas a pessoas mais idosas, mas que, por vezes - como neste caso, já que o António fazia 40 anos -, passam para os filhos menos dados ao " bué " e coisas similares :)
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