Domingo, 18 de Outubro de 2009

 

Bem a propósito deste vídeo, e da denúncia que ele faz, a conversa que ontem, ao almoço, em Valença do Minho, se fez à volta deste tema: contavam os nossos anfitriões do abandono a que têm sido deixados muitos edifícios antigos em redor, nomeadamente conventos, a contrastar, de maneira chocante, com o que se passa na vizinha Galiza; isto tudo se passava tendo à nossa frente o bem cuidado casco de Tui, com a Catedral, nossa velha conhecida, porque era lá que íamos muitas vezes aos Domingos, sempre que por essas bandas passávamos férias ou fins-de-semana, a sobressair num conjunto cuidado.



publicado por Cristina Ribeiro às 15:39
Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

 

 de uma grande maioria que o considerou o maior português de sempre", disse-lhe eu, no auge da irritação. "Somos muitos os que acreditamos que os valores da Segurança e da Ordem são possíveis numa Democracia em Portugal, mas também são muitos os que se esforçam por demonstrar que eles só são possíveis numa Ditadura, e para isso contam com a conivência das autoridades". Nesse dia tinha havido, numa outra zona da cidade, perto dali, dois assaltos à mão armada, e havia mais de meia hora que ligara para a PSP pedindo-lhes que viessem acabar com a arruaça de altos berros. A escumalha deu-se ainda ao luxo de continuar a gritaria por mais um bom bocado, depois de lhe chamarmos a atenção, porque sabe que mesmo que chamemos a polícia, esta lhe dará ainda muito tempo...; e não se enganou: quando o agente chegou, limitou-se a perguntar se queríamos participar o ocorrido ao Comando Geral; que sim, pelo que preencheu um formulário completíssimo, com nome dos pais, profissão, etc. etc., ao fim do que disse - "vou pôr no relatório que encontrei tudo normal" Fiquei indignada. Depois de lhe ter dito que o colega que atendera o telefone confirmara, porque ouvira, a barulheira, ainda lhe perguntei porque é que nos fizera perder tempo com o tal formulário.Eram quatro horas da madrugada.

 

Setembro de 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 22:14
Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

 

que Miguel Castelo-Branco passou a abominar politiqueiros. Não sei ao certo quando é que comecei a sentir por eles o mesmo desprezo; por certo tenho apenas que a alguns dei o benefício da dúvida, sei agora que por tempo demasiado, até ao dia em que cheguei à miserável conclusão de que nenhum deles o merecia, porque, como soe dizer-se, "são todos farinha do mesmo saco".Abomino-os também.

 

 Agosto de 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 13:15
Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

 

 

 

Águas turbulentas, mostrengo com a manápula pronta a estrangular, e nem vestígios do "Homem do Leme"

 

Julho 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 11:30
Domingo, 11 de Outubro de 2009

 

 pelo "Polvo Gigante" Não há homens providenciais? Acho que há. Mas também há homens que não sabem sair do lugar onde muito fizeram, no tempo apropriado. Para mim, Salazar reúne essas duas qualidades. Quando a Primeira República tinha já deixado o País num estado reconhecidamente lastimoso, ele foi muitíssimo oportuno, no labor de o levantar do atoleiro em que se encontrava, e, por isso, temos muito a agradecer-lhe. Mas uma grande virtude nos Grandes Homens há-de ser, forçosamente, a de ter a coragem, e o saber, de sair de cena na altura certa; essa vejo-a eu no final dos vinte primeiros anos em que esteve à frente dos destinos do País que se propôs levar adiante, o que fez com êxito...; e depois entregar o testemunho a quem dele fora espoliado, contribuindo, com o seu saber, para o desenvolvimento do país

 

Junho de 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 15:56
Sexta-feira, 09 de Outubro de 2009

A minha primeira referência blogosférica foi o Combustões, de Miguel Castelo-Branco, cuja excelência, tanto no que escreve, como na forma como escreve, desde logo me prendeu. Mas seria com a leitura do post Nacionalismo e Monarquia, que me iria identificar com o pensamento daquele que fundou e dirigiu, durante anos, a revigorante "Nova Monarquia"; nutria, desde há muito, um sentimento pouco definido acerca da superioridade do regime monárquico, tendo sido essa leitura, depois complementada por outras aqui na blogosfera, que viria a cimentá-lo, adquirindo assim uma certeza fundamentada de que era este o regime que mais nos convinha, pois que a não ligação do Rei a um partido político era, indubitavelmente, a maior garantia de independência na prossecução do único objectivo que deve nortear a acção do Chefe de Estado: o interesse nacional, sem dever nada a qualquer ideologia... Ora, o total esclarecimento dos portugueses, que lhes permitirá escolher, em consciência, o regime que melhor lhes pode servir, só será alcançado com debates sérios, na linha daquele a que assistimos há dias na televisão pública, o qual se distinguiu pela serenidade e elevação, indispensáveis a uma suficiente elucidação, permitindo assim o desfazer d'alguns mitos bolorentos, como seja o de que a Monarquia é incompatível com a Democracia e a Liberdade: tudo o que uma moderna Monarquia Constitucional não é, claramente... E, quem sabe, talvez um dia não muito longínquo, possamos ter entre nós um novo D, Pedro V, Rei reconhecidamente empenhado na modernização e desenvolvimento da Nação, como Chefe d'este Estado, que tão vilipendiado tem sido...

 

 

Quarta-feira, 26 de Março de 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 11:32
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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