Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

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" Todos os anos, em meados de Setembro, no remoto Douro Superior de Portugal, pode ouvir-se o som de cantares festivos que ecoam suavemente sobre o rio Douro à noitinha. É tempo de vindimas na Quinta do Vesúvio e a voz do capataz pode ser ouvida dentro da adega, incitando os pisadores enquanto fazem o corte. Repetindo um ritual anual que atravessou gerações, a pisa das uvas acabadas de vindimar não é feita por máquinas mas sim pelos pés de homens e mulheres em tanques de pedra, abertos, chamados lagares. O dia foi longo e o grupo de pisadores passou o dia nas vinhas a vindimar as uvas à mão. Este é o motivo porque cantam, incentivando-se mutuamente para continuar a pisar as uvas frequentemente até altas horas da noite " Artigo sobre a Quinta do Vesúvio – revista "World of Fine Wine", citado no sítio desta lendária quinta. ( Outubfo de 2013 )



publicado por Cristina Ribeiro às 09:21
Domingo, 15 de Outubro de 2017

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publicado por Cristina Ribeiro às 17:45
Sábado, 14 de Outubro de 2017

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222.JPGRio Lima em Ermelo, Arcos de Valdevez e o cisterciense Mosteiro de Ermelo

 



publicado por Cristina Ribeiro às 17:45

353.JPGRio Homem em Vilarinho das Furnas

 



publicado por Cristina Ribeiro às 17:00

352.JPGRio Homem em Vilarinho das Furnas

 



publicado por Cristina Ribeiro às 16:52

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rio Cávado visto da Pedra Bela, Gerês



publicado por Cristina Ribeiro às 16:21

176.JPGRio Cávado visto do Gerês 



publicado por Cristina Ribeiro às 15:56

224.JPGRio Homem em Vilarinho das Furnas

 



publicado por Cristina Ribeiro às 15:20
Terça-feira, 29 de Agosto de 2017

Na ' Oferenda '

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" No meio de uma nação decadente, mas rica de tradições, o mister de recordar o passado é uma espécie de magistratura moral, é uma espécie de sacerdócio. "



publicado por Cristina Ribeiro às 18:49
Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017

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Figura proeminente da 4ª geração do Integralismo Lusitano, Barrilaro Ruas espelha neste livro muito do seu pensamento monárquico tradicionalista. Não há documento que ateste o terem-se realizado as cortes em que tal « grito da liberdade portuguesa » - " Nos liberi sumus, Rex noster liber est, manus nostrae nos liberverunt " - terá sido proclamado, é certo, mas nenhum documento é necessário para que o saibamos como a tradução, genuína, do pensamento dos portugueses de então, contemporâneos das ditas Cortes de Lamego ( até porque outros documentos da mesma altura são suficientemente elucidativos ); pensamento que nunca, ao longo dos tempos foi deixado cair, até que ventos malfazejos começaram a soprar d'além fronteiras. Como refere este autor, ele define " a alma da Nação portuguesa " e " roubar o Rei à Nação é condenar esta a uma existência anárquica. ( ... ) A liberdade do Rei é inseparável da liberdade dos Portugueses ". Ora, por força do liberalismo triunfante em 1820, foi o Rei expoliado do papel que tradicionalmente cumpria na sociedade portuguesa ao passo que a aparente liberdade dos cidadãos " tinha no seu carácter ilimitado o princípio da própria destruição "; dá lugar a uma falsa liberdade. O tradicional municipalismo, em que os cidadãos exerciam plenamente essas liberdades, a partir dos concelhos, é substituida pela centralização da administração, tendo essa ruptura com a Tradição acontecido apenas, e por curto espaço de tempo, durante o despotismo iluminado, com o governo do, também maçom, Marquês de Pombal. Como nessa altura " o Rei perde a sua natureza "; a realeza perde a tradicional natureza de instituição histórica aberta a outras instituições.



publicado por Cristina Ribeiro às 15:32
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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