Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

 

também, conta o meu pai que, criança ainda,era à sombra de uma árvore e junto ao pequeno rio que passa na aldeia - o Febras: ironia no nome, por ser, na verdade, pequeno ? - , que adormecia a ouvir o doce girar da roda no moinho de água de uma tia, de cujas mãos saía a mais saborosa broa, que bem a degustei durante anos ainda. O moinho da tia avó Lourença não existe já, nem eu o conheci. Dessa altura apenas a argola onde prendia o burro, que puxava depois a carroça com a farinha, essa farinha que iria alimentar a gente de meia aldeia.

 



publicado por Cristina Ribeiro às 23:58
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