Sábado, 24 de Outubro de 2009

 

 

Era a frase que ajuntava à imagem de um homem a segurar numa mão, fora da água, por mor de o não molhar, um rolo de papéis, enquanto que com o outro braço nadava, e enfrentava as ondas que ameaçavam engoli-lo. Esta uma das capas dos cadernos pautados, azuis, verdes ou laranja onde ia desenhando as letras que, esforçadamente, a D. Maria nos ia revelando, e que adquiria na Venda da avó.

 

1 de Dezembro de 2008


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publicado por Cristina Ribeiro às 20:56
tenho pena que alguns queiram afundar nos dias de hoje esse escrito... esse Portugal.
Daniel João Santos a 24 de Outubro de 2009 às 21:47

Façamos o que nos compete para o não deixar naufragar. Nademos, como Camões, até onde pudermos, Daniel.

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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