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O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

Um grande de Portugal

Cristina Ribeiro, 16.10.09

 

Não me lembro bem do filme de Leitão de Barros, mas retive a imagem de António Vilar a declamar no Paço da Ribeira, na presença da Infanta D. Maria. Recordo tê-lo visto, e ouvido, a pedido das damas do Paço, que lhe propunham um mote, a todos deliciar com um espantoso « Amor é fogo que arde sem se ver ».

O nosso Poeta maior... E é sobre a sua obra maior que leio, na reprodução do prefácio de uma edição d'os Lusíadas, da autoria de Ramalho Ortigão: «Os Lusíadas são a pedra monumental sob que jaz a glória da Pátria, e é nessa pedra que terão de vir afiar as suas espadas de combate todos os portugueses que se armarem para resistir a esta invasão terrível com que lutamos e que se chama- a decadência».

 

Não me lembro muito bem do filme, mas lembro ter ficado fascinada com o que acabara de ver.