Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

 

Organizou a Sociedade Martins Sarmento uma exposição sobre a comemoração dos duzentos anos da aclamação do então ainda Príncipe Regente D. João, futuro D. João VI, pelos vimaranenses, realçando o seu espírito combativo na hora de unir forças contra o invasor .

No catálogo da exposição, e sob a gravura que alude à retirada do Príncipe D. João para o Brasil, leio: "A transferência da Corte de Portugal para o Brasil, em caso de perigo para a soberania nacional, fazia parte de um plano de contingência delineado em meados do século XVII, e que, por mais de uma vez , esteve em vias de ser colocado em prática. Com os avanços de Napoleão na Europa, volta à ordem do dia, já no ano de 1801" . E quando, em 1807, este, "com o apoio de Espanha, avança para a invasão de Portugal já estava tomada a decisão da partida .No dia 29 de Novembro, com os franceses às portas da cidade, zarpava de Lisboa a esquadra(...) Foi assim que "no dia seguinte (...)Junot viu gorado o seu primeiro objectivo: prender e depor a Rainha e o Príncipe Regente" Nascia assim "a expressão ficar a ver navios"

 

Julho de 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 13:00
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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