Quarta-feira, 01 de Dezembro de 2010

 fora cumprir uma Promessa feita a Santa Luzia, fê-la prometer que só as  estrearia naquele dia: fazia vinte anos e  festejava-se a Santa a quem devia o nome. Sim, porque a madrinha, que agora lhe dava as arrecadas, tudo fizera, insistira, porque assim teria de ser, para que os pais lhe dessem esse nome. E estava-lhe agradecida, porque gostava de se chamar Marta...

Mas na gaveta onde as guardara, estava também o cordão de ouro que a avó lhe deixara de herdança, e já se imaginava  no terreiro em frente à capela, assim enfeitada...

A avó gostaria que o usasse , também, pensou...



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publicado por Cristina Ribeiro às 15:10
Santa Marta e Santa Luzia. Ambas belas nas suas respectivas dimensões. Uma Grandiosamente pomposa e outra modestamente discreta.

Mas a mim, quem me tira a Santa Marta, tira-me a vida. Terreiro de mil e uma festa de família. Soam ainda, pelas folhas dos carvalhos, o toque de infinitas concertinas e quadras antigas.

Os penedos da serra, impressionantes, escondem antigos cultos, mistérios e tradições.

A Santa Marta é de todos. Mas gosto de pensar que é só minha.
OGallaico a 25 de Setembro de 2011 às 13:21

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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