Quarta-feira, 01 de Dezembro de 2010

 

 

Parou o carro e, descalçando-se, foi em direcção ao mar, o qual se divertia naquele fazer e desfazer de ondas que vinham morrer na areia. Há tanto tempo que  não enterrava nela os pés....

Uma vontade súbita de volltar à infância, e procurar as conchinhas que ficavam dessas idas e vindas da espuma branca. Um sorriso, ao lembrar-se da alegria então sentida, sempre que encontrava um beijinho de amor, raros que eram...

E  foi agachada que repetiu os gestos de outrora; a mão que revolve a areia  molhada, como molhado ficou o  vestido, quando até ela chegou uma onda mais forte, num exame minucioso, onde não faltava a expectativa; como dantes.


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publicado por Cristina Ribeiro às 14:32
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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