Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

 

Sabiam os dois que chegaria, ansiavam por ele, mas queriam que acontecesse num momento de dávida mútua, em  que a sintonia fosse palpável.

Um lírio cheio de orvalho, de poesia molhada e colorida, surgindo da margem do rio, e souberam...


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publicado por Cristina Ribeiro às 20:33
delicioso.
Daniel João Santos a 26 de Maio de 2010 às 21:51

Às vezes as gralhas são fatais.

No texto, dávida quer dizer dádiva ou dúvida?

Bj,
Gi
Gi a 27 de Maio de 2010 às 18:26

Gi, claro que ninguém é imune às ditas, mas aqui não é o caso, porque é o termo popular equivalente a dádiva: de dar-se...

Gramaticalmente, trata-se de um fenómeno de metátese, em que há inversão da estrutura da palavra.

Que bonita poesia molhada e colorida, Cristina! ;-)))
Luísa Correia a 28 de Maio de 2010 às 12:03

Como a Luísa deve calcular, tenho bem pena de não ter o engenho nem a arte de ter sido eu a captar tal imagem poética :)

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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