Não foi ainda desta vez que vi aquelas estradas de encantar
( Lagoa das Sete Cidades- fotografia tirada do miradouro Vista do Rei )
bordadas a hortênsias,mas nem por isso a Ilha Verde perdeu o fascínio.
Aterrar no aeroporto João Paulo II, e ter à espera um guia, que rapidamente se tornou um amigo querido, fazendo jus à já famosa simpatia, cavalheirismo e simplicidade daquelas gentes, foi apenas uma confirmação.
Com ele, todos os segredos que a maior ilha do arquipélago avistado por Diogo de Silves em 1427, mas só cinco anos depois descoberta por Gonçalo Velho Cabral, pudesse guardar de uma forasteira do Continente , foram desvendados. Obrigada Paulo!
Tivesse eu começado a visitar os Açores antes de comprar casa em Braga, e ter-me-ia tornado uma insular adoptiva.

