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O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

O Tempo Esse Grande Escultor

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...

" Aos tropeções nos pedregulhos da rua,

Cristina Ribeiro, 27.04.10

que o calcetamento de Olivença ainda é contemporâneo dos Templários, embrenhámo-nos no coração da cidade. A magestosa torre de menagem (...) e, contraste percuciente para a nossa sensibilidade luzíada: o letreiro em língua castelhana acavalita-se sobre a mancha enegrecida dum venerando escudo português "

 

Há dias assim. Sai-se de casa a fim de passear pelas ruas ensolaradas, mas frias, a pedir cachecol e luvas, e logo na principal artéria comercial de Braga, pedonal, - Rua do Souto- , deparo com uma banca onde um senhor -de Vila Verde, venho a saber depois - dispôs uma boa dezena de livros, a maioria deles com a capa solta, quando não rasgada. Paro frente a um, com a chancela da Portugalia Editora, da autoria de Matos Sequeira e Rocha Junior. Datado de 1924, fala de uma Olivença um pouco diferente da que conheci, mas nem tanto assim. Volto para casa com o livro na mão, e enquanto o frio lá fora, adivinho-o, se intensifica, vou-me aquecendo nestas páginas já um tanto vetustas.

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