Quinta-feira, 19 de Junho de 2014

 


" De entre os numerosos testemunhos que marcaram a assimiladora expansão dos Portugueses durante os séculos XVI e XVII, pelos continentes da África, da Ásia e da América, pelas Ilhas do Atlântico e do Pacífico,não têm sido dadas merecidas notícias dos pelourinhos ultramarinos, irmãos daqueles que na Idade Média, à voz dos forais, se foram levantando nas praças de todas as cidades e vilas do Reino.

Esse poste ou coluna, monumento singelo ou obra de arte, representava a força e prestígio da autoridade, ao serviço da Lei, e em formas semelhantes foi erguido nas cidades e praças de Além-Mar.

Quando Afonso de Albuquerque, após a conquista de Ormuz, mandou construir a picota no bazar da nova cidade, ajoelhou no primeiro degrau, com o barrete na mão, e assim saudou o novo monumento: "Deus te salve para sempre e acrescente em verdade, vara da real justiça d'El-Rei nosso Senhor . "


Hipólito Raposo, « Oferenda »


publicado por Cristina Ribeiro às 11:56
Duarte Meira: "
Uma das epígrafes da bela Oferenda de Hipólito é-lhe muito justamente oferecida a si e ao trabalho que a Cristina tem feito aqui:

« No meio de uma nação decadente, mas rica de tradições, o mister de recordar o passado é uma espécie de magistratura moral, é uma espécie de sacerdócio. »
A. Herculano
"
Cristina Ribeiro a 19 de Junho de 2014 às 12:01

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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