Domingo, 12 de Julho de 2015

ponho de lado - só vou ali ler umas linhas! - o livro que tenho em mãos, e torno ao deleite de assistir, naquela noite na Toca do Lobo, à agitação que se gerou à volta da prima D. Maria do Socorro, quando a velha senhora tirou do saco aquele aparelho mágico que deixou que a Conceição, a Carolina e a Laura, moçoilas nada afeitas a tais modernices, espreitassem as " vistas " vindas das Estranjas, como a grande torre de ferro, que o Dioguinho dizia estar em Paris; é o cosmorama que o mano Francisquinho me trouxe das suas andanças lá por fora, dizia a prima...



publicado por Cristina Ribeiro às 23:26
« ... as cerejas de Penajóia, que tão vivamente tinham sido recomendadas por saudoso comentarista lamecense. »

Prezadíssima e saudosa bloguista:

Está vivo o “saudoso comentarista” e de olho vivo na continuidade das suas “Viagens no Nosso Reino” (parafraseando o nosso Amigo), nos últimos tempos infelizmente mais espaçadas. Importa é que não terminem por motivos de saúde ou (muito menos) de cansaço.

Se a Cristina voltar a peregrinar por essas inebriantes terras do portuguesíssimo aro de Lamego, deixo aqui à sua consideração umas sugestões que estou certo acolherá com prazer e não a irão desiludir.

- Na cidade, subindo e suando o escadório do santuário dos Remédios, penetrando no refrigério do templo procure detrás do altar-mor o acesso à antiga sacristia, que espero ainda esteja livremente acessível ao público, como estava há anos. Aí está a chamada “sala dos retratos”, cujas paredes estão forradas de grandes fotografias de velhos benfeitores da Real Confraria. Veja com atenção esses rostos. “Fale” com eles... (E depois conte-nos aqui o que lhes ouviu.)

- A 3 kms, pela estrada de Moimenta, a vetusta igreja sueva de S. Pedro, à beira do Balsemão, é visita imprescindível. Prosseguindo na mesma estrada, em Britiande, terra de Egas Moniz, não deixe de lembrar um português contemporâneo que foi digno dele, nascido e morador no mesmo sítio. Foi o nosso maior medievalista:

http://www.triplov.com/A-Almeida-Fernandes/

- Prosseguindo na N226, poucos kms após, vire à direita para Lalim... (Ah, estes nomes... Britiande... Lalim ... Antas de Mazes...)

Por hoje, chega. Descansemos, que, se apreciámos, merecemos debicar uma gorda roca de cerejas antes de prosseguirmos.
Anónimo a 21 de Julho de 2015 às 21:31

Caríssimo!!

Quão feliz estou com esta sua visita...

E, como sempre, com deliciosas dicas, que, por certo me servirão de guia para tempos próximos. As impressões que então colherei aqui as partilharei, com a esperança de que venham a ser mote para saborosa conversa; como aquelas - tão saudosas! - a que me habituou...
Que terras essas, meu Deus!...

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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