Terça-feira, 09 de Março de 2010

 

à cidade que se debruça sobre o Rio Elba, Jaime Nogueira Pinto chama a Lourenço Marques a Varanda do Índico; de todo um Oceano desbravado pelos valentes marinheiros que partiam do Tejo sem saber mínimamente aonde iriam aportar, ou, sequer, se a braveza do mar os deixaria arribar aonde quer que fosse. E eu que nunca fui a África, e só a conheço de relatos como este, sou levada a pensar que sim, que a cidade é mesmo essa varanda, construída pela Natureza, mas onde é inegável a mão portuguesa, aonde podemos e devemos sempre voltar, depois de uns devaneios que nos desviaram da rota certa.



publicado por Cristina Ribeiro às 19:37
Cristina, também não conheço África abaixo do paralelo de Marraquexe. Mas, pelo que tenho ouvido comentar a pessoas que conheceram Luanda e Lourenço Marques recentemente e em igualdade de circunstâncias, o segundo é infinitamente mais agradável e acolhedor do que a primeira. :-)
Luísa a 12 de Março de 2010 às 12:42

É mesmo essa a impressão, clara, com que fiquei, Luísa.

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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