Sexta-feira, 09 de Outubro de 2009

 

A ler o primeiro romance de Camilo, «Anátema», que escreveu na verdura dos vinte e cinco anos (ou terá sido na dos vinte e dois, como diz no prefácio da segunda edição  ? ), deparo, a dado passo, com a frase " Não pulsa,  debaixo do céu, um coração que não sofra "; e dou comigo a sair do universo da ficção para o da realidade crua que nos cabe viver: será que o mesmo se pode dizer - e para não irmos mais longe - com a mãe e o tio da pequena Joana, ou do pai e da avó da pequena Vanessa?

Ninguém me convence de que em certos indivíduos, no lado esquerdo do peito existe mais do que um músculo que apenas bombeia o sangue.Não; debaixo deste nosso céu há corações que não sentem nada

.

 

 Março de 2008



publicado por Cristina Ribeiro às 14:40
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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