Quinta-feira, 03 de Outubro de 2013

Estávamos novamente no Parque Natural do Alvão. Desta vez o percurso para a ele chegar fora outro: havia muito que esse era um destino adiado, as Fisgas de Ermelo, no concelho de Mondim de Basto.A maior queda de água de Portugal, e das maiores da Europa, alimentada pelo rio Olo, que nasce ali perto, na linda aldeia de Lamas de Olo, já no concelho de Vila Real, que visitáramos em tempos.

Num leito de xisto, é impressionante o espectáculo que oferece aos nossos olhos maravilhados.

Mas nem tamanha beleza faz esquecer o outro espectáculo que a esses mesmos olhos se deparou no caminho montanhoso que lá nos levou: um espectáculo dantesco de terra queimada, escura, de onde se desprendia ainda o cheiro a fumo, tão recentes eram as marcas dos fogos que por lá lavraram, ainda não há muitos dias.

O belo de mãos dadas com o horrível.


publicado por Cristina Ribeiro às 22:00
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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