Sábado, 10 de Outubro de 2009

 

Olhando este, não muito agitado, é inevitável a tentação de imaginar a ousadia daqueles portugueses de antanho, que, intrepidamente, se lançaram nos " mares nunca dantes navegados", porque, mais do que tudo, ambicionavam ir " ainda além da Taprobana". E não posso deixar de imaginar os perigos que enfrentavam naquelas frágeis embarcações, face a um mar hostil, tão assustador que " o Homem do Leme" teve de se lhe impor, dizendo com voz grossa que ali mandava a vontade de todo um povo, e do seu Rei, D. João II. Por tudo isto, vejo tanta verdade nas palavras do Poeta, quando diz que muito do sal desse mar são lágrimas de Portugal. Mas, porque esses Homens nunca tiveram alma pequena, terão sentido que valeu a pena...

 

Maio de 2008


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publicado por Cristina Ribeiro às 17:19
Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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