Sexta-feira, 02 de Março de 2012

No prefácio escreve Aníbal Pinto de Castro: " Não  sei de outro prosador que, como Tomaz de Figueiredo, tanto e tão bem tenha tocado música com as palavras da poesia".

                      Nada mais certo! À medida que me vou familiarizando com o solitário - « Que noite de solidão! Que solidão a minha! Só a conversar com sombras menos que fantasmas » - da Casa grande e gélida - « Deixa-te ficar aqui ao lume, porque para ti, bem o aceito, há-de estar muito frio.»- , quanto mais testemunho aquele monologar amargurado, qual  Senhor  Shakespeareano de Elsenor, em que se dirige à " mulher tanto mais amada quanto mais ausente", mais escuto a poesia, que nunca dissocia da música - «..meu amor, minha música, meu céu imaginado, Beatriz...Ouve, que vou tocar-te um sonho que sonhei ».



publicado por Cristina Ribeiro às 00:53
Ainda cheira a Inverno...nesta Páscoa...que seja abençoada, para si.
Uma Santa Páscoa
George Sand a 7 de Abril de 2012 às 22:46

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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