Segunda-feira, 01 de Novembro de 2010

oiço Guilherme de Oliveira Martins dizer na televisão, quando entrevistado no programa « Livraria Ideal », de Paulo Sacadura Cabral, na TVI 24, e dou comigo a acenar a cabeça, em sinal de concordância: uma vida orientada pelo idealismo, mas que, perante a desilusão, ao ver o Portugal que sonhara desmoronar-se, não se coíbe de dizer que " não se envergonha de mudar de opinião, pois que não tem vergonha de raciocinar e de aprender ".

Por isso, por se reconhecer impotente face ao apagamento de uma ideia de Portugalidade, que sempre cultivara,  aquele que disse " se mandarem o Rei embora voltarão a chamá-lo ", acaba por isolar-se na sua quinta de Vale de Lobos, em Santarém.

Mas é o relembrar também o grande Historiador, o homem de cultura que D. Fernando chama para cuidar as bibliotecas dos Palácios da Ajuda e Necessidades, o escritor que nos legou obras inesquecíveis, como « Lendas e Narrativas » ou « O Bobo »



publicado por Cristina Ribeiro às 20:18
Quando se apercebeu de que as virtudes públicas não vingavam, recolheu-se à prática das virtudes privadas. Conheço muita gente que lhe segue o exemplo, Cristina, nos dias de hoje. :-)
Luísa Correia a 5 de Novembro de 2010 às 13:00

Depois de muito ter lutado por elas, Luísa, restava-lhe esse consolo.

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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