Terça-feira, 08 de Junho de 2010

                                                                                           

 

 

deu-se conta, muito tempo depois da mãe a ter avisado que a vida é para viver, e mesmo quando se escorrega, e se cai ao comprido, teria de se ter a força para se levantar e voltar a palmilhar o caminho que se abria à sua frente.

Tinha razão, mas não podia deixar de se interrogar porque é que, sendo a memória um dom divino, de tão extraordinária que era, não poderia a sua afamada selectividade ser mais completa ainda: esquecer, para todo o sempre, algumas dessas escorregadelas, das que deixam marcas indeléveis.


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publicado por Cristina Ribeiro às 19:28
servem de lições.
Daniel João Santos a 8 de Junho de 2010 às 21:51

E a vida pode ser boa professora.

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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