Terça-feira, 01 de Junho de 2010

 

 

 

" dar de comer a quem tem fome ", e jurava a si mesma não se deter perante nada ( e se me aparece pela frente uma daquelas borboletas de asas muito coloridas? Já as não vejo há tanto tempo... ),mas depois...

Depois meteria por aquele caminho, que muito percorrera, em busca das florinhas lilases que nasciam aos molhos nos muros, ainda a mãe era viva, e não sentia, como agora, o peso das responsabilidades, a que, tantas vezes,sentia soçobrar.

E, só então, se permitiria sonhar; já com a sensação do dever cumprido, essa sensação de que o pai não deixava escapar uma ocasião de falar.


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publicado por Cristina Ribeiro às 19:06
Mais uma vez... nem sei o que dizer... excelente.
Daniel João Santos a 2 de Junho de 2010 às 16:46

Estamos na mesma sintonia, Daniel...também não sei o que dizer.
Só ,me ocorre aquela palavra de agradecimento :)

Um arquivo dos postais que vou deixando no Estado Sentido, mas também um sítio onde escrever outras coisas minhas..Sem Sitemeter, porque pretende ser apenas um Diário, um registo de pequenas memórias...
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